Blog da biblioteca Escolar da Escola Secundária de Rio Maior. Dinamizado pela professora bibliotecária, Margarida Santana e pela sua colaboradora, a professora Cristina Cunha Gil, pretende divulgar não só o espólio da biblioteca e assuntos com ela relacionados, mas também acontecimentos e atividades realizadas na escola.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
A ler
Sinopse
É a autobiografia de uma velha senhora que aos noventa anos decide contar a sua vida, incluindo o que ela possa ter de inconfessável. Desde os ambientes à narrativa (que atravessa quase um século de história) estamos perante um livro adequadamente romântico.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
A ler
Sinopse
Era uma vez um rei que fez promessa de levantar convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido.
Críticas de imprensa
«Um romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: "Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra... Era uma vez a gente que construiu esse convento... Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes... Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido". Tudo, "era uma vez...". Logo a começar por "D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (...). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)
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